Segue um "breve" diário sobre a minha estadia em Registro - SP, onde ocorreu o JUCA, desde os primórdios da viagem até seu interminável porém divertido fim.
06/06, Quarta-feira - Saindo da aula da querida Prof.ª Ivete Roldão, que mais uma vez escrachou, esmirilhou e riscou meio roteiro meu de edição, fui ao La Bodega, onde lá estava o povo que ia pra Registro. Comecei a encher a cara desde cedo, tomando os mais variados destilados do cantil que o Thiago tinha comprado, e Itaipava, que era de graça pra galera de comunicação que ia pro JUCA.
Assisti um pouco o jogo do Santos, troquei idéia com a galera do time de futebol masculino, vi os ônibus que iam levar a gente saírem em disparada sem levar ninguém, e lá pra 1 da manhã, fui pegar meu abadá. Puta fila do caramba! Quando chegou minha vez, dei meu nome, e qual não foi meu espanto ao saber que ele não estava na lista! Mas bom, tinha pago o pacote completo + café da manhã, e o Jair da Atlética tava lá pra me dar uma força, e tudo correu bem. Aliás, meus sinceros agradecimentos Jair! Entrei no ônibus do time e lá durmi ou tentei fazê-lo a viagem inteira, porque tinha um casal chato que não calava a boca e em um veículo de 49 lugares, resolveram ficar de pé, do lado do meu...
07/06 pela madrugada - Ônibus para no meio da estrada. O outro, atrás, estava com o pneu furado. Resolvi continuar durmindo pra não me desesperar com o fato de que faltavam algumas boas horas de viagem e o jogo do time era as 9 da manhã. Quando acordei no outro dia, lá pra umas 6 e poco, me dei conta que poderia ser o ônibus que levava o restante dos membros do Conclave. Mandei mensagem e constatei que era mesmo. Chegando ao alojamento as 7 e lá vai cacetada, joguei minhas coisas no primeiro quarto não muito lotado que vi e peguei os apetrechos futebolísticos para o que seria uma fatídica manhã de quinta-feira.
07/06 - O jogo - Depois de muita demora pra sair o ônibus em direção ao estádio, lá chegamos, faltando 15 minutos pra começar a partida. Alguns jogadores não tinham bermuda já que faltaram algumas no uniforme da PUCC. O Otávio resolveu a situação, levando as bermudas durante o primeiro tempo. Primeiro tempo de muita pressão em bola aérea do adversário, a Metodista. Mas o Bafo, nosso atacante, em um chute colocado conseguiu colocar a PUCC na frente do placar, e o primeiro tempo terminaria assim. E eu lá, na pilha pra jogar. Chega o segundo tempo, e conseguimos fazer o segundo, com o Bafo após cruzamento rasteiro do nosso zagueiro, Egg. Faltando 15 minutos ou algo assim, após falta cavada pelo atacante, o time da Metodista, na cobrança, diminuiu. Os outros atacantes que estavam no banco (eram 3), foram pro jogo, e eu lá sentado. Nosso volante Gabriel teve caimbra e aí fui chamado, pra jogar de volante, e lá fui eu.
Todo mundo bem cansado, mas segurando o resultado. Cortei algumas bolas, fiz uns 2-3 passes, participei razoavelmente. Até que nos acréscimos do jogo, após tabela pelo lado esquerdo, o atacante da Metodista cavou um pênalti, que acabou sendo convertido. O jogo iria então, para as penalidades. Perguntado se bateria o pênalti, balancei a cabeça positivamente, estava confiante. O treinador me deixou de fora das 5 primeiras cobranças, falou pra mim que se fosse pras alternadas eu bateria. E foi, cada equipe perdeu 1 pênalti e terminou 4-4. Nas alternadas, nosso time que fazia corrente no meio campo perguntou, coletivamente, "e agora quem vai?". Dei um passo a frente, fiz o sinal da cruz e fui pra bola. 2 pulos, 1 paradinha, chutei. O goleiro caiu pra esquerda e espalmou. O jogador da Metodista bateu rasteiro quase no meio mas a bola entrou, e foi assim que nosso time foi eliminado, logo de cara. Não preciso dizer que fiquei bem frustrado, quase chorei no vestiário, mas fazer o quê, futebol é assim mesmo.
07/06 - Após o jogo - Almocei um lanche grande na Padoca com os companheiros de time, visivelmente frustrados como eu, e depois foi pro alojamento. Lá enchi a cara com os parceiros de Conclave e o resto da galera da sala. Dançamo tudo quanto é coisa, arrisquei uns passos no forró com a Ligia, e assim foi.
07/06 a tarde - Enchi a cara.
07/06 ainda a tarde - Jogo aqui, jogo ali, galera doida na arquibancada, e vários gritos de guerra bem comédia, e na arquibancada, entre pulos e gritos, eu enchia a cara.
07/06 - fim de tarde - Open bar no alojamento, enchi a cara, tomei banho (e como tava fria aquela porra daquela água!)
07/06 - Noite - Enchi a cara, já tava morrendo, fiquei doente, fui durmir um pouco. Acordei mal, sem voz, sem pulmão, com nariz entupido e todo dolorido. Miei a balada, e fui durmir...
(continua...)
Leandro.
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3 comentários:
LEANDRO PIPOQUERO
LEANDRO PIPOQUERO
LEANDRO PIPOQUERO
LEANDRO PIPOQUERO
LEANDRO PIPOQUERO
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FORA LEANDRO!!
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Leandro mascarado!
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