segunda-feira, 15 de outubro de 2007

A trinca européia

No domingo, 21 de outubro, saberemos quem será o campeão de um dos campeonatos mais disputados dos últimos anos da Formula 1 e, como personagens, três europeus: um saxão, um latino e um nórdico. Sim, europeus totalmente diferentes.
Não estou aqui para criticar e nem elogiar nenhum deles, mas sim para analisá-los. Então, apresento-lhes os três postulantes a honra de gabar-se do titulo da mais importante categoria do automobilismo mundial. São eles: Lewis Hamilton, inglês, 22 anos; Fernando Alonso, espanhol, 26 anos; e Kimi Räikkönen, finlandês, que, depois de amanhã completa seus 28 anos.
Hamilton está em seu ano de debute e brigar pelo título nessa condição é algo inédito ao até então mundo ‘velho’ e ‘experiente’ em que a Formula 1 vivia. Isso indubitavelmente o credencia a melhor estreante de todos os tempos de nossa charmosa e maculada categoria. Hamilton é inglês. A McLaren é inglesa. A Formula 1 é inglesa. Bernie Eclestone é inglês. Isso é um enorme trunfo que Lewis possui e, se souber desfrutá-lo, terá uma poderosa carta na manga, dantes vista somente com a ‘dupla’ Prost-Balestre.
Alonso é o atual bicampeão mundial, derrotando Räikkönen (ao qual falaremos a seguir) e o todo poderoso Michael Schumacher. Fernadinho sofreu muito no ano que se decorre, porém segue na luta pelo tricampeonato. Deu um tiro n’água quando achou que, deixando a Renault, teria uma vida fácil a la companariu que teve nos tempos de Fisichella. Encontrou adversários a sua altura: Lewis e, posteriormente, pasmem, Ron Dennis, seu chefe de equipe, o que a dois anos o contratou para ser campeão pela McLaren. Si, por supuesto Alonso estava errado e agora paga por isso com um isolamento quase completo em sua equipe, mais um dos obstáculos que a ele foram impostos. Terá de ter garra e, principalmente, contar com um bom trabalho do comissário da FIA que foi designado a acompanhar a equipe das flechas de prata para evitar uma possível sabotagem ao intrépido espanhol.
Räikkonën teve uma temporada fênix, onde ‘morreu’, ‘ressuscitou’ e pode se consagrar ao final da atual temporada. Kimi provou que, em partes, não é azarado. Chegou na Ferrari, demorou um tempinho pra se acostumar ao esquema italiano e, posteriormente, botou o pau na mesa (peço-lhes desculpas pelas palavras chulas, mas não encontrei descrição melhor). Sim, o nórdico mostrou que pode ser campeão mundial se a ele for dado um equipamento quase descente. Digo quase pelo fato de que a Ferrari abusou das falhas nessa temporada. Enfim, Kimi luta pelo título e não tem nada a perder. Vai arriscar tudo o que for possível e torcer, rezar para Odin e pra qualquer outro deus para que nada de certo aos ‘McLarenistas’(!) e que ambos se ferrem no decorrer dos recapados 4.309 metros de Interlagos.
Por fim, Lewis, Fernando e Kimi. Não importa quem será o vencedor, este entrará para a história por conquistar uma das mais cobiçadas, polêmicas e batalhadas taças da história da Formula 1. Aguardemos ansiosos!

domingo, 16 de setembro de 2007

A quase noite de Dagoberto

Noite de sábado e os times vão a campo.
A partida se passa no Alphaville, as equipes vão chegando ao local da partida, o pessoal de apoio ja havia providenciado as vitaminas para o jogo.
Com os times em campo rola a bola, as equipes começam a se estudar, o jogo esta complicado por falta de opção, a maioria dos jogadores são amigos, mais sempre a espaço para um contra ataque. Equipes posicionadas em bloco, com poucos espaços para infiltração.
Até que um espaço é visto no meio da confusão, esta la, o corredor, no meio da aglomeração esta o caminho do sucesso e da glória, esta de frente para mim, até me sinto o Dagoberto.
Mais infiltrar ali é perigoso, a partida esta no inicio, o time não esta entrosado e o adversário tem dois beques enormes, chamados de torres gêmeas. O técnico pensa na tática, mais sabe que é um duelo de David contra Golias, um contra ataque será mortal. O adversário percebe a movimentação e recua, organizando um sistema forte de defesa, o jeito agora é cair pelas pontas e infiltrar pelo meio, mais ainda é arriscado.
O comandante resolve não avançar, essa partida termina 0 x 0 e vamos para a repescagem. Na repescagem temos um adversário mais fácil, ja conhecido e estudado, a tática ja estava traçada pela comissão técnica. O jogo começa meio truncado com nosso time se esquivando dos ataques adversários, fomos para os vestiários, repensamos as táticas e voltamos para o segundo tempo após se hidratar, o liquido fez bem pois nosso time se soltou. A partir dai fomos para o ataque, começamos a pressionar, o adversário estava sem sobra, qualquer hora ficariamos no mano a mano. Toque pra la, toque pra ca, o adversário é envolvido e finalmente estamos em situação para marcar, e vamos para o ataque! Quando avançamos em direção ao gol quase livre de marcação um torcedor invade o campo atrapalhando o lance. Devido a esse ocorrido o juiz da a partida por encerrado no 0 x 0. Os times se recolhem aos vestiários, o grupo adversário fica na cidade, retorna para casa no dia seguinte, nosso time volta no mesmo dia, hoje temos uma lojistica moderna, é possível fazer isso sem prejudicar os atletas. Teremos outras partidas pela frente, e todos tem que estar inteiros. Ficamos no aguardo dos próximos confrontos, esperamos ter mais sorte no certame e marcar os 3 pontos na próxima rodada.

Nazy

terça-feira, 28 de agosto de 2007

O Business chamado Futebol

Futebol, paixão nacional e mundial, um dos esportes mais populares do planeta. Qual é a definição de esporte? Esporte é uma atividade física sujeita a determinados regulamentos e que geralmente visa a competição entre praticamentes. Então, tecnicamente futebol é um esporte. Com passar dos anos e a popularização desse tal esporte, empresários, visionários ou simplesmente pessoas ricas por motivos quaisquer enxergaram no futebol uma maneira de ganhar dinheiro. O capitalismo então, adotava também o futebol, um negócio lucrativo.

O dinheiro acabava se tornando um diferencial cada vez maior. Clubes ricos geralmente prosperam, contratando os melhores treinadores e jogadores, montando elencos estelares e lucrando quantias mais estelares ainda com acordos de TV, marketing e patrocínio. E o jogo deixou de ser esporte, virou negócio. Virou Business. Existem provas gritantes disso.

Em 2005, o então árbitro FIFA Edilson Pereira da Silva aceitou suborno de empresários envolvidos em negócio de apostas para alterar resultados de partidas, obviamente, no apito. Para não dizer que esse tipo de coisa só acontece no Brasil, os Italianos ficaram com inveja e também tiveram o seu escândalo. Com a diferença que lá, quem armou foram os clubes. A Juventus, principal envolvida, foi premiada com o rebaixamento para a Série B. Quer melhor exemplo de um esporte sendo arruinado por dinheiro?

Mas agora o futebol também mata. Se por fatalidade ou negligência não sei, mas melhor tomar cuidado. A lista de jogadores morrendo em campo e durante treinos cresce a cada dia. A última tragédia ocorreu na Espanha. Antonio Puerta, meia espanhol que atuava pelo Sevilla e mais recentemente pela Seleção Espanhola, 22 anos, faleceu em um hospital da cidade que ostenta o mesmo nome. Após passar mal durante a partida de estréia de sua equipe no campeonato Espanhol, contra o Getafe, o jogador foi substituído e no vestiário sofreu uma parada cardiorespiratória. Após uma série de outras falhas cardiácas, o jogador não aguentou e morreu hoje pela manhã. Fato lamentável porém revoltante, porque Luís Fabiano, seu colega de equipe, afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan de SP que esta não foi a primeira vez que Puerta passou mal exercendo seu trabalho.

O doutor Francisco Murillo, a pessoa que tratou Puerta em seus últimos dias de vida, afirmou que o jogador possuía uma doença cardíaca hereditária. O ventrículo direito do jogador não funcionava como deveria. Algo certamente detectável em exames médicos, feitos rotineiramente no meio do futebol. Mas o que isso importa? Jogador talentoso, jovem, recentemente convocado pela primeira vez para jogar pelo seu país, isso importa. O risco de vida não, suponho? Puerta, como Luis Fabiano afirmou, já passou mal em treinos. Havia indícios de que ele não era apto para a prática de esportes (não no aspecto técnico, claro). Mesmo assim, deixaram que ele continuasse jogando. Se era decisão dele, não sei, provável. Porém, mais uma vida foi perdida e será que saberemos os culpados?

Acho que o maior de todos, é o tal do Business.

Leandro.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Diário do Juca Ultima Parte Leandro

10/06 12:30h - Acordei, morrendo, de ressaca, com dor de cabeça e extremamente indisposto. Já não bastasse tudo isso, o colchão duro no qual durmi durante minha estadia no JUCA finalmente causava o efeito desejava e eu estava todo dolorido. Fui na cantinazinha da escola pedir meu misto quente com pingado, mas tinha acabado o presunto. A moça me informou que o presunto já estava chegando, então resolvi esperar. Fiquei trocando idéia com uns caras do time de futebol, deu meia hora e nada do presunto. O pingado eu já tinha tomado, mas resolvi largar mão do lanche. Tava rolando Open Bar, então meu "café-da-manhã" consistiu em um copo de pingado e 2 latas de cerveja. O Portu e o Nazi estavam acordados e resolvemos ir na casa do banho pra cagar, evidentemente. Banho é bônus.

10/06 Rango - Feita a merda e tomado o banho, fomos pegar grana pra fazer a nossa última refeição em Registro. Eu comi um X-bacon, o Nazi um dogão e o Portu um X-bacon. Voltamos pro alojamento, terminamos de arrumar as coisas. Era mais ou menos 15:30.

10/06 Tchau JUCA! - Quase 16:30, e nosso ônibus finalmente saiu do lugar. Estávamos deixando o recinto, com as coisas atrochadas no bagageiro do veículo, para o que seria uma longa viagem.

10/06 Trânsito - Antes e durante a Serra, um puta trânsito na Régis Bittencourt. O motorista do busão parou seu veículo no meio da estrada umas 2-3 vezes pra galera mijar, eu mijei a cerva que havia bebido pela "manhã". As moçoilas também mijaram, quase em frente ao ônibus. Nosso condutor alegou que não olhou. Heh!

10/06 - Motorista cala o Conclave - Um a um, os membros do Conclave presentes no ônibus (o Borgo tinha ido embora no primeiro ônibus), Eu, Sil, Portu e Nazi, fomos esculhambados e devidamente calados pelo motorista, que com tiradas sutis e sarcásticas rebatia nossos comentários. Destaque pra calada que Nazi levou :

"Sr. Motorista, anda logo aê porque senão eu vou quebrar uma garrafa na sua cabeça, que nem a galera do Mackenzie fez com o motô deles!!"

A resposta, para delírio do pessoal: "Mais fácil eu jogar você pra fora desse ônibus moleque!"

10/06 - Durmir pra quê? - Já haviam se passado algumas horas dentro daquele ônibus mas eu e Nazi nos mantivemos acordados, falando merdas durante o restante da viagem. A parte que começamos a criticar o Corinthians foi bem legal, porque criticar o Corinthians é sempre legal. Aconselho as pessoas a praticarem este tipo de coisa com frequência. Mais tarde, o Nazi intimou o pai dele a sair de São Paulo para buscá-lo na PUCC, chamando o mesmo de relapso. Não surtiu efeito. Liguei pro meu pai e ele me pegaria na PUCC, dando carona pros camaradas de chinelagem Portu e Nazi no processo.

10/06 - Chegamos. - Chegamos na PUCC, meu pai pegou a leva de chinelos, levou pra minha casa e os dois chinelos remanescentes ligaram para um táxi e tomaram seu rumo. E dia 11/06, voltamos a nossa realidade medíocre e sofrida. =p!

Leandro.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Diário do JUCA Parte III - Leandro

E vamos ao terceiro dia de vibe eterna...

09/06 - Manhã - Lá pra umas 10h da manhã acordei. Fui na vendinha que tinha dentro do alojamento e pedi meu misto quente + pingado, degustei meu café da manhã e me dei conta de que precisava cagar. Pensei comigo mesmo, "hmm, no alojamento nem fodendo!", então resolvi ir ao lugar do banho patamar e pagar 3,00 pra cagar, e o banho seria bônus. Foi o que eu fiz, fui ao lugar...dei com a cara na porta! Pra minha felicidade, quase dentro do alojamento tinha uma casinha que tinha banhos por 3,00 reais, e meu deus como era fuleira aquele banheiro! Não sei se o problema era a descarga arcaica da privada, mas precisei dar a descarga 5 vezes pra toda merda desaparecer. Feita a bosta, tomei meu banho.

Após os fatos descritos voltei ao alojamento, onde estava rolando open bar. Enchi a cara.

09/06 - Voleibol feminino, a ultima esperança - Após encher a cara, tinha jogo de voleibol feminino pra assistir. Pamela, a camisa 10 do time, era a estrela, como diria meu caro amigo Otávio, a REFERÊEEEENCIA! Fomos ao RBBC, Registro Baseball Clube, que não sei cargas d'água por quê tem um ginásio poliesportivo em suas dependências. Bem chinfrim aliás o tal do ginásio! Mas vamos ao que interessa. O jogo era PUCC contra Casper, e a torcida da Casper não compareceu. A nossa sim, e tinha uns pelego da ECA com uns bumbo e tamborim na mão, e eles vieram tocar com a gente. A galera tava animada, mas nosso bom time de vôlei meia fase perdeu pro medíocre time de vôlei sóbrio da Casper. Aliás, a Pam tava numa ressaca braba memo! Mesmo assim, foi a unica jogadora da equipe que conseguiu virar uma bola...

09/06 - Maine agradece a Registro - Obrigada Registro! Obrigada Registro! Ela gritava isso pra todos que via na rua. Eu, Borgo e Heitor começamos a nos distanciar quando ela e a Simone resolveram "trocar idéia" com os gambés. Fomos ao ginásio Mario Covas e assistimos um joguinho de basquete, Mackenzie x FAAP. Que mala os cara hein? Fiquei com o ego ferido, eles são mais mascarados que eu, e isso é inaceitável. Ano que vem vou comprar uma chuteira branca e colocar faixinha na cabeça pra jogar futebol, acho que deve dar, o resto o ego toma conta. Enfim, voltando ao JUCA, após a partida, eu, Nazi (a pedidos), e Portu batemos um rango lá em frente ao ginásio. O X-bacon e o Sushi tavam gostosos.

09/06 - Open bar ataca novamente - Lá pra umas 4 e poco estávamos de volta ao alojamento, onde tava rolando open bar. Não tinha mais caneca, e os copos descartáveis haviam acabado, então raspei no chão uma latinha de Coca cedida pelo Portu, e depois puxei a parte de cima, fazendo com que ela virasse um copo. Daí pra frente, tomei 11 latas cheias de cerveja. Enquanto, a Lígia e a Simone davam um baile no truco, ficaram lá a porra da tarde inteira jogando aquilo, meu deus! Daí a Sil e o restante das meninas resolveram assistir jogo de basquete no ginásio, foram devidamente escoltadas a seu destino por mim e pelo Heitor, a essa altura do campeonato mais locos que o Bateman! Acabado o jogo, elas foram embora, mas eu e o Heitor ficamos assistindo o futsal, Casper x FAAP. Foi 3x2 pra Casper.

09/06 - Fugindo de tomar porrada - Após o término do jogo, eu e o Heitor fomos cumprimentar os atletas da FAAP pela boa partida. "Bom jogo velho, jogaram bem hein!". Silêncio total. Olhavam pra gente com raiva. "Heitor, vamo embora cara...". Só pra deixar registrado, a idéia foi dele!

09/06 - Banho - Eu e Heitor voltamos ao alojamento e pegamos nossas mudas de roupa pra ir tomar banho por 3,00 no lugar já citado neste diário. Cheguei lá e percebi que haviam 13 pessoas na minha frente, mas perseverei. O Heitor foi tomar banho no alojamento. Enquanto minha vez não chegava, fiquei dando risada com a galera do Conclave e da nossa sala que era maioria no recinto. Menção honrosa pra performance da Dani Michelazzo que colocou um manequim preto no corpo e o preendeu com um cinto, ficou parecendo uma Dominatrix!

09/06 - Após 2 horas, consegui tomar meu banho, coloquei meu traje de balada e fui pro alojamento escovar o dente e pegar meu convite. Feito isso, enchi um copo de vodka que tomei junto com o Heitor. Ele bem mais que eu, mas a vodka bastou e voltei ao meu estado bebum de ser. Pegamos o busão pra balada e lá estávamos, na Expovale novamente.

09/06 - -A- Balada - Numa puta fila gigante esperávamos para adentrar a vibe mais foda do JUCA. Nazi e Portu trajados como gringos. Eu e o Heitor panguados, e o Borgo sonhando com alguma banda aleatória de metal, acho que ele não aguentava mais ouvir psy e funk a essa altura do campeonato. Entrando lá, fomos pra tenda Psy, e fritamos o cérebro. Íamos pulando de lugar pra outro, andando por aí, e enchendo a cara no processo. No meu caso, foram 3 copos de Jurupinga e 1 de Vodka com Soda que a princípio era do Portu, mas ele desencanou e tomei quase tudo. Eu e o Nazi nos perdemos do pessoal depois de certa hora, mas nos encontramos com o Prado, que portava um papel "Vou/Não Vou".

09/06 - Módulo Causar "on" - Se eu e o Nazi não apanhamos na balada, foi por pouco! Nos divertimos com aquelas "plaquinhas". Na esperança de que alguma falasse "vou" pra mim, mostrava o vou pras minas boas que passavam. Um pitéu me mostrou vou de volta, e saiu andando. Não deixei por menos e peguei na mão dela, falei pra ela vir, mas ela desconversou e mostrou o "não vou" pra mim, virou as costas e se foi. Por pouco tempo, porque resolvi chamá-la de volta, pra mostrar o "não vou". Feito isso, também lhe mostrei a língua. O Nazi também não estava com muita sorte, então resolveu atacar de "não vou" e incomodar as gordinhas. Elas faziam cara de "Portu em momentos de mal humor" para as plaquinhas. Uma delas, que estava em uma rodinha, virou pra uma amiga e fez uma cara de frustrada tipo "ah meu, que bosta, toda hora essa merda dessa placa...".

Destaque pra mina aleatória que tomou o papel do Nazi. Ele saiu correndo pra pegá-lo de volta, e conseguiu. Mostrei o Vou mais uma vez, pra uma japonesinha gata. Eu já deveria saber que ela ia dar uma de ignorante, japoneses são chatos, sistemáticos e mal humorados mesmo (pelo menos os meus clientes são!). E ela deu, claro, fez um gesto "ah vá te catar moleque", e foi devidamente respondida em coro com um "não seja deselegante, não seja grosseira!". Ela se desculpou e perguntou de que universidade éramos, respondemos "PUCC". Fizemos a mesma pergunta e fomos respondidos com "Mackenzie", e aí falei pra ela "é, só podia ser do Mackenzie mesmo!".

09/06 - Módulo dançar "on" - Achamos o pessoal, lá perto do palco numa rodinha. Já tava no grau e tava tocando umas músicas foda pra dançar, e foi o que fiz, me mexi e me remexi. Tava suando que nem um porco. E momentos depois, dizem meus amigos que perdi os critérios...

(continua...)

Leandro.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Diário do JUCA Parte II - Leandro

Apenas respondendo aos comentários indevidos do nosso amigo Borgo, pipoqueiro não bate pênalti. Voltando ao diário:

08/06 pela manhã - Acordei, não muito cedo, mas fui um dos primeiros da trupe mesmo assim. Peguei uma grana e comi um misto quente com suco, troquei idéia com a parceira de JUCA Tiça, e fiquei morgando por aê, por ali. Os caras acordaram e tava rolando open bar de novo, então resolvi encher a cara.

08/06 - Jogo de basquete feminino - As 14h começou o jogo de basquete feminino. Pamela e Dani Michelazzo estavam em quadra, mas o adversário era a ECA-USP e a ECA-USP, de todos os jogos que assisti, ganhou todos! Pra piorar as coisas pra nossas colegas, a Dani ainda machucou o pulso. Enquanto isso, eu enchia a cara.

08/06 - Pós-jogo - Fomos almoçar, comemos em um restaurante self-service que não era lá grande coisa em termos de variedade mas o rango em si era bom. Fiz um prato de caminhoneiro que deu uns 15 reais e fui avisado que pra comer a vontade era só pagar 8,50, então paguei 8,50. O Portu atentou para o detalhe de que eu estava sem camiseta ao entrar no restaurante, então tratei de colocá-la, até porque a marofa tava foda. Depois de rangar voltei ao alojamento, estava tendo open bar. Enchi a cara.

08/06 - Futsal - As 18h teve jogo de futsal. A PUCC contra a filial, PUC-SP. Nosso time num uniforme laranja bem estranho contra o time da PUC-SP que portava o uniforme do Tabajara Futebol Clube. O jogo foi pegado, tivemos maior posse de bola, ficamos em cima deles o jogo inteiro e perdemos algumas boas oportunidades de abrir o marcador. Mas levamos o 1-0 no segundo tempo faltando 2 minutos pro final da partida. Em um contra-ataque a PUC-SP matou o jogo.

08/06 - Noite - Fomos tomar banho, pagamos R$ 3,00 para tal mas o lugar era ótimo. Depois disso fui comer uns lanchinhos com a Tiça, Dani Fernandes e a prima da Dani. Chegando de novo no alojamento peguei meu convite pra balada, e enchi a cara. Chegando na balada percebi que o negócio tava mais miado que a Diesel, mas foi legal. Enquanto a primeira banda não tocou tava passando mal dançando os Psy da vida, e quando a banda entrou vi que todos estavam caracterizados. Tocaram poucas músicas dançantes mas a banda era muito boa. O vocalista estava fantasiado de palhaço, numa mistura de Bozo com Crunch e toques do boneco Chucky (talvez a cara de malvado que ele tinha). Por motivos obscuros, quando o Thiago viu o palhaço, sumiu da balada. Seria encontrado mais tarde, após o show. Jurupinga ali, Vodka aqui, e o Leandrinho ia enchendo a cara. As 4h saiu o primeiro busão de volta pro alojamento, e fui nesse mesmo, me deparando com Portu e Heitor sentados no banco do busão, com as caras viradas pro lado e com as bocas abertas.

(continua...)

Leandro.